Mostrando postagens com marcador Madrid. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Madrid. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, março 08, 2007

O curso - Dia 4

Acordei mais morto do que vivo e passei o dia inteiro torcendo pela chegada do intervalo, pela hora do almoço ou simplesmente pela hora de ir embora de Toledo.

A Minha Mineira se levantou um pouco mais tarde do que eu, arrumou a mala e foi para Madrid só com a roupa do corpo. Eu que me virasse com todas as malas no ônibus.
Na capital, ela passou algumas horas no Prado, caminhou um pouco mais pelo Centro, almoçou em um lugarzinho esquecível que encontrou pelo caminho e fez o check-in no hotel.
Tudo isso sem falar espanhol!






Enquanto isso eu conversava um pouco mais com o povo durante o almoço, sofria para colocar todas as malas no ônibus e lutava contra o sono durante a viagem.
Saímos de Toledo às 17:00hs e chegamos à Plaza de España pontualmente uma hora depois.

Depois de algumas despedidas bastante carinhosas, ao menos para os padrões europeus, montamos um esquema de guerra e conseguimos colocar as malas em um táxi e chegar ao mesmo Tryp Gran Via do início da viagem.
Conversei um pouco com uma das colegas, colocamos as malas no quarto e fui dormir um pouco para estar com disposição para a saída de logo mais à noite.

Depois de um pouco de cama, fomos encontrar o povo no Tryp Cibeles e fomos para a Puerta del Sol, onde nos encontramos com o resto do grupo. De lá fomos para o bairro da Latina onde andamos um monte até entrarmos meio a contragosto em um bar chamado San Bruno, bem em frente à Catedral de San Isidro.
Comemos e bebemos tudo o que quisemos e, de sobremesa, as meninas quiseram tomar um chocolate quente na San Ginés.
Antes do chocolate, nos despedimos do meu colega de trabalho e dos argentinos do curso.

Enquanto tomávamos o chocolate, algumas pessoas acertavam uma viagem para Segovia no dia seguinte.
Pena que já estávamos programados para Lisboa e essa cidade teria que ficar para outro momento.

Saindo da chocolateria fomos nos despedindo aos poucos do povo e chegamos ao hotel para a nossa última noite em Madrid.
Infelizmente não conseguimos encontrar alguns amigos e rever meu ex-chefe espanhol, mas acabou sendo uma ótima semana na terra dos meus antepassados.

Gastos:
Táxi - € 8,30
Trem - € 8,60
Museu do Prado - € 6,00
Almoço - € 9,50
Táxi - € 4,00
Jantar - € 45,00

segunda-feira, março 05, 2007

Toledo

Acordamos muito cedo (07:00hs) e fomos tomar café crentes que as meninas estariam sintonizadas.
Vimos, com muita surpresa, a chegada de uma delas ao refeitório e a partida de outra rumo à recepção sem tomar café.

Por conta de um certo desconforto intestinal acabamos demorando um pouco para descer e, por consequência, nos atrasamos para sair do hotel.
Por sorte, chegamos a tempo de pegar o ônibus, onde encontramos o resto do povo que participaria do curso.
Depois de colocar as malas dentro do ônibus (as minhas e as dela), a Minha Mineira se despediu e foi andar por Madrid, enquanto eu e minhas colegas íamos para Toledo de ônibus.

Fizemos uma viagem muito tranquila e chegamos a Toledo por volta das dez da manhã.
Deixamos as malas na recepção do hotel Domenico e começamos as, nem sempre agradáveis, atividades do curso.
Enquanto isso, a Minha Mineira caminhava por Madrid, ia até a estação Atocha para pegar o trem para Toledo, fazia uma viagem agradável e tranquila e conhecia a cidade medieval com muito mais detalhes do que eu teria oportunidade.




No seu passeio pela cidade, a Minha Mineira conheceu a Catedral, o Ayuntamiento, a Iglesia de San Ildefonso (o San Juan Bautista) e a Puerta del Sol.




No final do dia estávamos ambos cansados, por diferentes razões, e acabamos ficando no quarto para dormir e descansar.

Gastos:
Trem - € 8,60
Ònibus - € 0,85
Mapa - € 2,00
Catedral - € 6,00
Café - € 6,00
Táxi - € 3,60

domingo, março 04, 2007

O Bernabéu

Finalmente conseguimos acordar cedo: saímos da cama às nove, tomamos banho, comemos alguma coisa no hotel, levamos comida para a minha colega de curso (que pelo segundo dia consecutivo acordava tarde demais para o café) e voltamos para o quarto para esperar pelo meu ex-chefe espanhol que nos levaria para um passeio "de local".

Ele chegou por volta das 11:15hs e 5 minutos depois estávamos todos no lobby do hotel e, em seguida, rumo ao Mercado del Rastro.
Para chegar lá pegamos a linha 1 do metrô na estação Gran Via (a poucos metros do hotel) e andamos duas estações até Tirso de Molina.
Saindo da estação, caminhamos até a Calle Estudios e visitamos a Catedral de San Isidro.
Depois de uma aula do meu ex-chefe espanhol sobre as relações entre os santos padroeiros do Brasil e da Espanha, nos perdemos no mercado, compramos algumas lembranças e caminhamos por um monte de ruelas e barracas.


Seguimos caminhando, passamos pela Puerta de Toledo e chegamos até a maravilhosa Catedral de San Francisco el Grande, onde mal pude rezar ou agradecer, tal era o meu choque com as belezas do lugar.




Depois de alguns comentários sobre as feições femininas nas imagens de São José, o cálice na sua mão e as relações com o Código da Vinci, seguimos pela Carrera da San Francisco e tomamos um chope na Plaza de San Andres.

Seguimos pela Calle da la Cava Baja e paramos no restaurante La Chata onde fomos "vítimas" do meu ex-chefe espanhol e sua esposa.
Comemos (e adoramos) Callos a la Madrileña (bucho bovino muito bem temperado), Calamares a la Romana (lula), Setas con Gambas (cogumelos com mariscos), Chuletillas de Cordero (costeletas de carneiro), Boquerones Fritos (anchova), Queso Manchego e Cochinillo (leitão), tudo regado a vinho tinto local. Uma orgia de porções pequenas, mas bem gostosas.

Saímos quase rolando de tanto comer e fomos em direção à Plaza Mayor.


Paramos para tomar um sorvete na sorveteria Martina, bem ao lado de uma das entradas da Plaza Mayor, e experimentamos a deliciosa crema catalana.


Voltamos caminhando para o hotel e não nos demoramos muito por conta do jogo do Real Madrid: meu ex-chefe espanhol é madridista fanático e nos convidou para ver o espetáculo no Bernabéu.
Chamamos uma outra colega de curso, que havia acabado de chegar ao hotel, e voltamos à linha 1 do metrô.
Da estação Gran Via fomos até a estação Tribunal onde fizemos baldeação para a linha 10 e seguimos para a estação Santiago Bernabéu.

A primeira vista do estádio do Real Madrid foi impressionante e rendeu várias fotos.


Demos a volta em boa parte do estádio e ficamos de frente para a mega-loja da Adidas construída recentemente. Bonita, mas meio destoante do estilo do estádio.


Entramos pela porta D e subimos muito até chegar ao nosso portão de acesso às arquibancadas.
Aí subimos mais ainda até chegar às nossas cadeiras. Ficamos literalmente no fim do mundo (ou no início, depende do referencial), nas duas últimas fileiras do estádio, onde quase não dava para ver um dos gols, já que estávamos bem atrás dele.
Mesmo assim ficamos impressionados com o estádio em si, com a limpeza e com o público, espantosamente moderado e civilizado, em se tratando de um jogo de futebol.

Aqui uma recomendação: os ingressos são de lugar marcado como acontece nos países civilizados e não é uma boa ideia dar uma de "esperto" e sentar no lugar de outra pessoa só para ver melhor o jogo. O risco de confusão e de ser retirado do estádio é grande.

Depois de um primeiro tempo melancólico, o Real Madrid conseguiu melhorar e massacrou o Getafe no segundo tempo, mas não conseguiu marcar.
No final das contas, saímos frustrados com o empate de 1 a 1, mas bem felizes com a experiência.


Como o estádio estava lotado, decidimos não entrar na estação Santiago Bernabéu e seguimos a pé até a estação seguinte, Nuevos Ministerios.
Caminhamos pelo Paseo da la Castellana em meio a um vento bem frio e demoramos uns 15 minutos para chegar à estação. De lá pegamos diversas escadas e baldeações até chegar novamente à estação Gran Via e ao hotel.
Nos despedimos do meu ex-chefe espanhol e da sua esposa, fomos ao banheiro e logo saímos para jantar.
Fomos até o hotel Tryp Cibeles onde minhas colegas de curso se hospedariam depois do curso e de lá fomos ao restaurante Nebraska onde jantamos uma comida razoável e barata.

Antes de voltar ao hotel, paramos para telefonar para o hotel de Toledo onde aconteceria o meu curso e descobrimos que não haveria problemas para a hospedagem da Minha Mineira.
Voltamos para o quarto e fomos dormir por que o dia seguinte seria pesado.

Gastos:
Lembranças - € 16,00
Almoço - € 48,00
Ingressos - € 54,00
Cachecol - € 7,00
Jantar - € 20,20

sábado, março 03, 2007

Museus

Por conta da diferença de fuso horário, do cansaço da viagem e da longa caminhada do dia anterior, acabamos acordando tarde e, depois de tomar café, só saímos do hotel depois do meio-dia.
Desta vez fomos na direção contrária e logo chegamos à Fuente de Las Cibeles.


Tiramos algumas fotos das Cibeles e do Palacio de las Comunicaciones, caminhamos pelo Paseo de los Recoletos, entramos na igreja de San Pascual e voltamos pela Calle de Alcalá até a Puerta de Alcalá e de lá até o Parque del Retiro.


Dentro do parque visitamos o Palácio de Cristal, o Palácio de Velázquez e o Monumento a Alfonso XII, juntamente com um monte de espanhois e turistas.























































Caminhamos em direção ao Museo del Prado onde havia uma exposição do pintor italiano Tintoretto, mas a fila estava grande demais e decidimos seguir caminhando pelo Paseo del Prado até o Reina Sofia.
Antes de chegar ao museu, fomos até a Estación Atocha onde descubrimos algumas informações sobre os trens para Toledo.
De lá seguimos caminhando e paramos em um restaurante meio fuleiro chamado Döner Kebab de la Turca, onde a comida era ruim e o vinho pior ainda.

Depois da péssima refeição, chegamos ao museu e decidimos entrar rapidamente para ver a Guernica de Picasso. Como a entrada era gratuita, entramos felizes e saímos satisfeitos cerca de 45 minutos depois.

Pegamos o Paseo del Prado novamente de volta para o Centro, entramos na Calle de San Jerónimo até chegar à Puerta del Sol e de lá até o hotel.
Chegamos por volta das 18:00hs, tomamos um banho, descansamos um pouco e partimos pela Gran Via rumo à casa de flamenco Las Carboneras. Ou melhor, ao tablao, como se chama esse tipo de lugar.
Para chegar lá, passamos pela Calle de Montera (ponto de prostituição de mulheres do leste europeu que acharam a mina de ouro depois que seus países se juntaram à Comunidade Europeia), pela Puerta del Sol e pegamos a Calle de Alvear, por que a Calle Mayor estava tomada por uma manifestação contrária a algo ligado ao estacionamento no Centro.
Entramos na Calle Bordadores, voltamos à Calle Mayor, contornamos o Mercado de San Miguel e chegamos ao endereço que queríamos.



















Demoramos um pouco para achar a entrada das Carboneras, mas acabamos conseguindo e entrando no local, para alegria da minha colega de curso, praticante e amante do flamenco espanhol.

O caro ingresso do show incluía o jantar e a bebida, o que nem sempre é uma vantagem para quem não está muito acostumado com comidas gordurosas.
Todo mundo pediu a mesma coisa para jantar: uma boa Sopa Castellana de entrada, um estofado de carne como prato principal (ruim por conta da carne dura e "nervosa") e uma torta de chocolate.

Na hora do show, eu e a Minha Mineira achamos tudo muito legal, mas a minha colega de curso achou um monte de defeitos técnicos.
De qualquer maneira, valeu a pena conhecer o lugar.

Saímos da casa de shows e tomamos o caminho de volta para o hotel.
Paramos no meio do caminho para telefonar para meu ex-chefe espanhol e combinar o passeio do dia seguinte e para comer um chocolate com churros na Chocolateria San Ginés, que a minha colega havia visto na lista de dicas do guia de viagem dela.

Voltamos para o hotel e logo nos jogamos na cama para aguentar o tranco no dia seguinte.

Gastos:
Almoço: € 17,00
Las Carboneras: € 104,00
Chocolateria: € 3,00

sexta-feira, março 02, 2007

Madrid

Acordei cerca de uma hora antes do pouso, que estava quase uma hora atrasado por conta da demora para sair de São Paulo. Com isso, nossa conexão para Madrid estava perdida.

Como o prejuízo era inevitável, tomamos um café para acordar um pouco antes da chegada.

Saindo do avião, tomamos um ônibus até a área de conexão, pegamos uma fila rápida e fomos realocados em um vôo às 11:40hs. O horário do nosso vôo original era às 07:45hs.
Mas antes de poder embarcar, tínhamos que passar pela fila da imigração e aí a coisa pegou: foram mais de 1:40hs até conseguir chegar à área livre do aeroporto.




Já livres, caminhamos bastante pelos saguões do aeroporto de Lisboa e embarcamos novamente.
Devido à perda da conexão por culpa da companhia, ganhamos um café da manhã (ou pequeno almoço, como dizem os locais) na cafeteria Harrod´s.
Antes do café, demos uma passada rápida no Free Shop, só para conferir os preços exorbitantes.

Na Harrod´s, uma curiosidade: as trés funcionárias eram brasileiras.
Apenas mais uma demonstração da invasão brazuca.
Tomamos um café e uma água, comemos um gostoso sanduíche de queijo, conversamos um monte e partimos para o portão de embarque

Dois pontos interessantes desta etapa da viagem: o primeiro foi a aproximação da Minha Mineira e da companheira de curso que estava comigo por conta da espera na fila da imigração. Depois de mais de 90 minutos de conversa, elas ficaram amigas e descobriram um monte de coisas uma sobre a outra.
Vai saber onde isso vai dar.
O outro foi a quantidade de africanos por todo o aeroporto.
Mesmo vindo do Brasil, fiquei impressionado com a força da negritude. Muitas roupas típicas e peles muito mais escuras que as que nos acostumamos a ver no Patropi.

Passamos pelo portão de embarque, mas ganhamos mais um chá de cadeira: 40 minutos em pé dentro do ônibus.
Com todo esse atraso, chegaremos a Madrid após o meio-dia e teremos duas grandes consequências: aumentamos a chance de ter acesso direto aos quartos e diminuímos o tempo para passear pela cidade.
Não se pode ganhar todas.

Durante o rápido vôo, descobri o nome de algumas igrejas de Madrid que podem valer a visita: Iglesia de San Ginés (em Arenal com Bordadores), Catedral de la Almudena (ao lado do Palácio Real) e a Iglesia de San Pascual.
Provavelmente, mais material para o Dez Mil Igrejas.

Chegamos tranquilos e tomamos um táxi para o hotel. 23 euros depois, estávamos no Tryp Gran Via e, como não havia carregadores de malas, fizemos um pouco mais de força para levar nossa bagagem para o quarto.
Fizemos o check-in e fomos para o quarto, mas vimos que não havia cama de casal e pedimos para trocar.
Depois de instalados e de um breve descanso, saímos do hotel por volta das quatro da tarde e partimos para fazer o roteiro "Madrid de los Austrias", um passeio pelas ruas e vielas estreitas da cidade velha (conselho do meu ex-chefe espanhol).

Saímos pela Gran Via, pegamos a Calle Preciados e fomos até a Puerta del Sol.
De lá seguimos pela Calle del Arenal até a Ópera.


Contornamos a Ópera e chegamos até a Plaza del Oriente, em frente ao Palácio Real.
Caminhamos um pouco, tiramos algumas fotos e resolvemos visitar a Catedral de la Almudena. De lá pudemos ter a melhor vista do Palácio e tiramos mais algumas fotos.











Como já era tarde e não havia como entrar nem no Palácio e nem da Catedral, começamos a voltar para o hotel.
Demos uma passada rápida nos Jardins de Sabatini e voltamos para a cidade velha.

Caminhando meio à esmo, chegamos à Plaza Mayor, ponto de encontro do pessoal do curso na segunda de manhã.

Da Mayor, tomamos a Calle Bordadores em busca do El New, um restaurante asturiano recomendado pelo meu ex-chefe espanhol.
Como ele estava fechado, seguimos na mesma rua e paramos no bom Rincón de Roque, onde nos deliciamos com uma bela paella e um bom vinho tinto.


Voltamos satisfeitos para o hotel onde tomamos banho e esperamos a chegada de um amigo que estava fazendo MBA na cidade.
Mal deu tempo de fechar os olhos e ele já estava ligando para que descêssemos.
Caminhamos meio à esmo pelo Centro, passamos pela Plaza Mayor, voltamos para a Puerta del Sol e de lá seguimos pela Calle de Montera até a Cerveceria Gambrinus na Plaza del Carmen, que depois descobrimos ficar a duas quadras do hotel.

Comemos e bebemos tudo o que quisemos, pagamos e voltamos para o hotel mais mortos do que vivos.

Gastos:
Táxi - € 23,00
Cartão telefônico - € 6,00
Táxi - € 23,75
Almoço - € 62,40
Cervejas - € 50,00

quinta-feira, março 01, 2007

O Velho Mundo

O dia do embarque começou com pressa e dor de garganta: antes de ir para aeroporto, tivemos que buscar meus óculos novos, meu cartão corporativo e uns gorros de frio para a Minha Mineira.
Na volta para casa, mandei alguns e-mails, paguei umas contas (incluindo o seguro de viagem), arrumei a mala, almocei e levei o carro para o conserto.
Chamamos o táxi e fizemos um trajeto bem tranquilo até o aeroporto.

Na fila do check-in percebemos que havíamos esquecido o guia de Portugal e tivemos que fazer algumas ligações para garantir que ele viria com uma colega de curso que chegaria alguns dias depois da gente.
Quando chegamos ao balcão da TAP tivemos uma nova surpresa: por problemas recentes com falsificação de documentos, meu passaporte deveria ser examinado pela equipe da Proair, seja lá o que isso significasse.
Apesar de termos chegado com três horas de antecedência ao horário do vôo, tivemos que ficar cerca de 20 minutos esperando a liberação.
Depois de liberados, fomos até a La Selva onde compramos um livro de presente para o meu antigo chefe espanhol que mora em Madrid.

Passamos com tranquilidade pela Polícia Federal já que eu aprendi a sempre carregar o original do meu RNE comigo e antes de seguir para o portão de embarque, demos uma paradinha básica no Free Shop para providenciar umas encomendas.

Depois de aguardar um pouco em frente ao portão, encontramos outra colega de curso e a incentivamos a voltar ao Free Shop e comprar um óculos de sol com o cartão da empresa.
Ela achava que era inadequado, mas eu disse que se ela avisasse a empresa e pagasse a conta, não deveria haver grandes problemas.

O embarque foi tranquilo, o jantar foi agradável (carne e arroz) e o filme plantou uma sementinha de vontade de conhecer o interior da França. Era "Um bom ano" com Russel Crowe.
Depois do filme, só me restava dormir e sonhar com a mini-turnê europeia que começaria no dia seguinte.
13 anos depois, eu estava de volta.

Gastos:
Livro - R$ 34,90
Lanche - R$ 13,00

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Inesperado

Bem antes das minhas férias e de qualquer planejamento que eu e a Minha Mineira pudéssemos fazer, cá estamos nós de viagem marcada e destino definido: vamos passar dez dias entre Madrid e Lisboa por conta de um curso que a empresa me deu.


A capital espanhola


Tudo bem que dos dez dias, quase dois serão passados dentro de aviões e outros quatro serão inteiramente ocupados com o tal curso, mas não tenho coragem de reclamar de seis dias de turismo a preços mais do que módicos: como a empresa está pagando a minha passagem e hospedagem, tivemos apenas que pagar a parte da Minha Mineira e como aproveitamos a conexão natural do vôo da TAP para conhecer Lisboa e ficar na casa de uma grande amiga dela, nossos gastos ficarão bastante reduzidos.


As principais vias de Lisboa


Em poucas palavras, é a antecipação do nosso objetivo para este ano, em versão reduzida e limitada, é verdade, mas também com custo e esforços bem reduzidos.
Um negócio da China, diria minha avó, se ela falasse português.
Aguardem mais notícias na volta.